O fado, género musical português profundamente enraizado na cultura portuguesa, conquistou admiradores em todo o mundo, entre os quais os japoneses, cujo gosto por este estilo musical tem vindo a crescer significativamente ao longo dos anos. Esta ligação deve-se, em grande parte, à lendária fadista Amália Rodrigues, cuja arte e carisma transcendiam fronteiras e culturas.
Amália Rodrigues, muitas vezes chamada de "Rainha do Fado", desempenhou um papel crucial na introdução e popularização do fado no Japão. Amália cantou no Japão, pela primeira vez, em 1970, na celebração do Dia de Portugal na Expo 70 em Osaka. A sua voz única e a profundidade emotiva das suas interpretações tocaram o coração de muitos japoneses.
O Japão, conhecido pela sua rica tradição cultural e apreço por formas artísticas melancólicas e introspetivas, encontrou no fado uma afinidade emocional, identificando-o com o Enka, um género musical japonês que também aborda temas melancólicos.
A popularidade do fado no Japão contribuiu também para um aumento no turismo cultural, com muitos japoneses a visitar Portugal para ouvir o fado no seu ambiente de origem, fortalecendo as relações bilaterais, não apenas no âmbito cultural, mas também a nível económico e turístico.
A influência de Amália neste país estendeu-se além da música, promovendo um maior interesse pela cultura e língua portuguesas no Japão, aproximando as duas nações e o intercâmbio cultural. Eventos como festivais de fado no Japão e concertos de fadistas portugueses no país asiático têm-se tornado mais frequentes, refletindo um crescente interesse mútuo.
Amália Rodrigues, muitas vezes chamada de "Rainha do Fado", desempenhou um papel crucial na introdução e popularização do fado no Japão. Amália cantou no Japão, pela primeira vez, em 1970, na celebração do Dia de Portugal na Expo 70 em Osaka. A sua voz única e a profundidade emotiva das suas interpretações tocaram o coração de muitos japoneses.
O Japão, conhecido pela sua rica tradição cultural e apreço por formas artísticas melancólicas e introspetivas, encontrou no fado uma afinidade emocional, identificando-o com o Enka, um género musical japonês que também aborda temas melancólicos.
A popularidade do fado no Japão contribuiu também para um aumento no turismo cultural, com muitos japoneses a visitar Portugal para ouvir o fado no seu ambiente de origem, fortalecendo as relações bilaterais, não apenas no âmbito cultural, mas também a nível económico e turístico.
A influência de Amália neste país estendeu-se além da música, promovendo um maior interesse pela cultura e língua portuguesas no Japão, aproximando as duas nações e o intercâmbio cultural. Eventos como festivais de fado no Japão e concertos de fadistas portugueses no país asiático têm-se tornado mais frequentes, refletindo um crescente interesse mútuo.

Em 2022 foi editado o álbum “Amália no Japão” que reúne gravações da fadista feitas ao vivo em 1970.